terça-feira, 28 de junho de 2016

Curso Autoestima 006_Por que Eu?



Curso Autoestima

006_Por que Eu?


“Quanto mais vezes tomar decisões responsáveis,
mais se dará conta de que dispõe realmente do controle de sua vida.
Alejandro Ariza


Neste capítulo vamos refletir a respeito da responsabilidade pessoal.
Quando queremos fazer algo experimentamos uma sensação muito diferente de quando temos que fazer. A diferença está entre saber se queremos ou temos que fazer as coisas. Esta sutil diferença de palavras resulta ser uma enorme desigualdade de emoções ao agirmos, e varia grandemente nossa habilidade para respondermos diante daquilo que temos feito. Precisamente esta habilidade para responder nos fornece o grau de sensatez e seriedade no que fazemos, as medidas de nosso compromisso.

A grande maioria das pessoas disse pelo menos uma vez: “E ...por que eu? ”, quando alguém pediu para que fizessem alguma coisa. Isso acontece mais comumente em nossa infância (física ou mental), quando chegava alguém “maior” que nós e nos dava uma razão, sua razão para que nós agíssemos por obrigação (e medo) e fizéssemos aquilo que o grandalhão queria. Assim, em nosso trabalho diário, existem diferentes causas que explicam o nosso comportamento. No entanto, todas essas coisas poderiam ser incluídas em apenas dois grupos: razões e motivações.

Esta é uma tese muito pessoal (proposição mantida com lógica) acerca das causas de nosso comportamento. O que fazemos, o realizamos por razões ou por motivos. A grande diferença entre ambas as causas é que a primeira provoca o “ter que” fazer as coisas, originando uma pesada obrigação; enquanto os motivos geram o “querer” fazer as coisas, originando uma orgulhosa responsabilidade. E é aqui onde queria chegar com você.
Se jogarmos com a palavra responsabilidade, nos parecerá que se formou da junção de outras duas palavras: responder e habilidade. Então, a responsabilidade bem poderia ser entendida como a habilidade ou capacidade para respondermos perante algo, algo que escolhemos livremente. 

Esta poderosa habilidade para responder e saber que se está apto para viver um compromisso, é a dimensão a qual nos leva nossa responsabilidade, diferente de uma obrigação, que apenas nos leva a nos envolvermos com aquilo que fazemos, mas nunca nos compromete. Possivelmente será mais fácil entender esta tese com um pequeno diagrama:




CAUSAS
________________________________________________

RAZÕES                                  MOTIVOS

"TEM QUE FAZER"                      “QUERER FAZER”

OBRIGAÇÕES                        RESPONSABILIDADE

SE ENVOLVER                           SE COMPROMETER

Com o esquema acima me permito dividir com vocês a mágica e sublime dimensão de nossa responsabilidade. Ela surge de um autêntico motivo, e vem sendo esta causa interna que agita nosso ânimo e nos move até nos comprometermos com a ação; e absolutamente toda ação gerará um resultado e desse resultado, bom ou mal, devemos responder orgulhosos por nos conhecermos o autor. Isto é para mim a responsabilidade. De fato, ser responsável nos dá um enorme poder, nos diferencia do restante da comunidade, ao sermos capazes de responder diante de qualquer consequência do que temos feito, nos posiciona automaticamente como os autênticos donos de nossa vida. 

Diferente da responsabilidade, a obrigação é o produto de uma razão, de uma causa externa que alguém nos impõe, talvez por identificar-se como alguém que exerce o poder sobre nós (aquele grandalhão, ou um pai, ou um chefe, etc.), e acabamos realizando, tendo que fazer, mas nunca chegamos a nos comprometer com os resultados que obtemos. Simplesmente estamos envolvidos em um processo. Distinguir entre estar envolvido e estar comprometido ficará muito claro, com uma pequena metáfora que ouvi há vários anos atrás, de um mestre. 

É a seguinte: imagine um porco e uma galinha caminhando pelas ruas da cidade e conversando. De repente, ambos se detêm na frente de um restaurante e olham através de uma das janelas. Observam alguns clientes desfrutando vários pratos, entre eles havia um que comia ovos mexidos com bacon. Diante desta cena o porco disse: “Veja galinha, que sorte você tem! Eles consomem seus produtos e você continua aqui fora vivinha e rebolando, enquanto que um porco como eu, para que se consumam seus produtos neste mesmo prato, teve que dar a vida e morrer pela causa. ” A galinha está envolvida, enquanto o porco está comprometido, ele foi o único que deu a vida para estar lá.

Creio que se fizermos uma analogia desta metáfora com nossas vidas, explicaríamos que existem muitas pessoas que só se envolvem com o que eles fazem em suas vidas, muito poucas chegam a se comprometer. Existem muitas pessoas que fazem o que fazem porque têm que fazer, e seguem vivendo uma obrigação, sob o pesado julgo dos outros, enquanto que existe outro tipo de pessoas, mais felizes, que fazem o que fazem por causa da responsabilidade que gera seus motivos. 

Se dê um tempo para pensar em você mesmo, um momento para crescer, e se fazer a pergunta: A que tipo de gente pertenço? O que eu faço, o faço por obrigação ou por minha própria responsabilidade? O que predomina no meu trabalho diário: razões ou motivos?

Se neste momento de reflexão concluiu que faz o que faz por ambas as causas, algumas vezes por razões e outras por motivos, é uma postura muito sensata de sua parte. Todos fazemos as coisas por razões ou motivos, no entanto, a grande diferença de qualidade em nossas vidas, está no predomínio de uma delas. 

Na verdade, para estudar melhor essa predominância poderíamos trocar as perguntas pelas seguintes: Me responsabilizo verdadeiramente pelos meus atos? Com que frequência? Busco culpados por aqueles resultados insatisfatórios que eu tive? Com que frequência faço isso? Você verá que se responder sinceramente a essas perguntas, saberá a predominância em questão: razões ou motivos. 

Poderíamos fazer mais uma reflexão: por favor, agora que você conseguiu entender o que temos aprendido nesta explanação, não volte a dizer a seu companheiro (a): “Meu amor, você é a razão do meu viver”. Já imaginou? Está dizendo que você tem que estar ali com ele (ou ela) por obrigação, mas não um para o outro. Lhe suplico que aplique o que aprendeu e diga ao seu (sua) companheiro (a): “Meu amor, hoje entendi que você é o meu motivo para existir”. Que tal, hein? Não é verdade que existe uma enorme diferença? Agora você manifesta que “realmente quer viver por ele (a) ”. 
Mais uma reflexão: que motivador é saber ser o motivo de existir de outra pessoa! Chegar a ser motivo, é chegar a mover o coração de alguém para que queria, por própria decisão, ser, fazer e estar conosco e por nós. O tratamento amável (aquele com capacidade de amar) que damos aos demais, será o que nos transforma no motivo de viver de outra pessoa. Caramba! Confesso que tenho um impulso de continuar escrevendo a esse respeito, mas acredito que não terminaríamos nem em mil páginas. Seria todo um tratado acerca do amor e este não é o principal motivo deste presente ensaio. 

Viver responsavelmente é ter em nossas mãos o destino que temos escolhido traçar em nossa existência. É saber que somos os únicos autores de nossa grande obra prima chamada: nós mesmos. E esta magnitude forja nossa responsabilidade. O preço é caro para entender esta proposta, o preço é a autêntica autoria, é saber que, o que você é no dia de hoje, é apenas o lógico resultado de tudo o que tem feito até agora.
Por exemplo, observe seu corpo. Observe com cuidado. Você gosta dele? Ele lhe desagrada? Pois bem, seja qual for a resposta que dê, é apenas o resultado do que você tem feito com ele desde os anos passados até agora. Observe sua mente, o resultado provém da mesma coisa, do que você tem feito com ela até o dia de hoje. Observe sua condição econômica. Novamente, é apenas o resultado de sua responsabilidade, do que tem feito com suas finanças até hoje. Entender isso, realmente compreender, nos levará a resposta da pergunta título deste texto: “E...por que eu?” Com a seguinte resposta: porque você escolheu, e apenas você pode alcançar o nível de compromisso, o compromisso com o resultado que você deseja gerar. Esta é a resposta que surge de um motivo, essa é a resposta que gera nossa responsabilidade.

Quero convidá-lo a incrementar sua responsabilidade para gerar a qualidade de vida que sempre desejou. Encontre motivos suficientes e profundamente emocionantes para iniciar a ação agora mesmo, e gerar o compromisso de seguir adiante. Do contrário, se não encontrar verdadeiros motivos, as razões aparecerão em sua vida. Essas razões são as que irão pesar de tal maneira, que a auto sabotagem aparecerá em sua vida mais depressa do que possa imaginar. Será a dieta que você começa na segunda e abandona na quarta-feira, será a prometida disciplina para fazer exercícios diariamente, mas que interrompe no segundo dia por qualquer outra causa, e não volta a recomeçar. 

A auto sabotagem é muito dolorosa, nos faz sentir culpa e vergonha de nós mesmos. No entanto, não é de todo grave, a única coisa que encontramos aqui é que não temos encontrado um motivo suficientemente emocionante e inquestionável para realizar a ação. A mera busca por esse motivo, a paixão por encontrar a força suficiente para agir, o fato de explorar dentro da enorme gama de opções que a vida nos oferece, são motivos suficientes para que você mantenha sua...Emoção por existir!

JCF
Tradução: Adri Silveira

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Neville Goddard 1948 Lições - Lição Três



Pensando Quarta Dimensão

Existem duas perspectivas reais no mundo possuídas por cada homem, e os antigos contadores de histórias estavam plenamente conscientes destes dois aspectos. Eles chamavam um de “a mente carnal”, e o outro de “a mente de Cristo”.

Nós reconhecemos esses dois centros de pensamentos na afirmação: “Mas quem não tem o Espírito de Deus não pode receber os dons que vêm do Espírito e, de fato, nem mesmo pode entendê-los. Essas verdades são loucura para essa pessoa porque o sentido delas só pode ser entendido de modo espiritual” I Cor. 2:14.

Para a mente natural, a realidade se limita ao instante chamado agora; este mesmo momento parece conter toda a realidade, todo o resto é irreal. Para a mente natural, o passado e o futuro são puramente imaginários. Em outras palavras meu passado, quando eu uso a mente natural, é somente uma imagem de memória das coisas que foram. E para o limitado foco da mente carnal ou mente natural o futuro não existe. A mente natural não acredita que poderia revisitar o passado e vê-lo como algo que está presente, algo que é objetivo e concreto para si, também não acredita que o futuro existe.

Para a mente de Cristo, a mente espiritual, que em nossa linguagem nós chamaremos de mente da quarta-dimensão, o passado e o futuro da mente natural estão todos no presente. Ele pega toda a ordem de impressões sensoriais que o homem encontrou, está encontrando e irá encontrar.

A única razão para você e eu funcionarmos como fazemos hoje, não estando conscientes da perspectiva maior, é simplesmente porque nós somos criaturas de hábitos, e hábitos nos tornam totalmente cegos para o que, de outra maneira, poderíamos ver; mas hábito não é lei. Ele age como se fosse a força mais convincente no mundo, mas não é lei.

Podemos criar uma nova abordagem à vida. Se você e eu dispendêssemos alguns minutos todos os dias para retirar a nossa atenção da área da sensação e nos concentrássemos em um estado invisível e permanecêssemos fiéis a esta contemplação, sentindo e percebendo a realidade de um estado invisível, nós poderíamos com o tempo nos tornarmos conscientes deste grande mundo, este dimensionalmente mundo maior. O estado contemplado é agora uma realidade concreta, deslocado no tempo.

Hoje à noite nós voltamos para a nossa Bíblia, seja você o juiz a respeito de onde você está em seu desdobramento presente.

As Histórias:
Nossa primeira história para esta noite vem do Capítulo 5 do Evangelho de Marcos. Neste capítulo, há três histórias separadas contadas como se fosses experiências separadas dos personagens dominantes. 

Na primeira história foi dito que Jesus veio até um homem louco, um homem nu que vivia num cemitério e se escondia atrás dos túmulos. Este homem pediu a Jesus que não expulsasse os demônios que o perturbavam. Mas Jesus disse a ele: “Sai deste homem, espírito imundo” Marcos 5:8. Assim, Jesus expulsou os demônios que agora podiam destruir-se, e nós encontramos este homem, pela primeira vez, vestido e em perfeito juízo, sentado aos pés do Mestre.

Nós vamos pegar o senso psicológico deste capítulo mudando o nome de Jesus para a razão iluminada, ou pensamento da quarta-dimensão.
À medida que progredimos neste capítulo nos é dito que Jesus agora chega até o Sumo Sacerdote, cujo nome é Jairo, e Jairo, o Sumo Sacerdote da Sinagoga tem uma filha que está morrendo. Ela tem 12 anos, e Jairo apela a Jesus para vir e curar a criança. Jesus consente e, assim que ele começa a ir em direção à casa do Sumo Sacerdote uma mulher no mercado tocou nas suas vestes. “No mesmo instante, Jesus percebeu que dele havia saído poder, virou-se para a multidão e perguntou: "Quem tocou em meu manto?" Marcos 5:30.

A mulher foi curada de um fluxo de sangue que tinha há 12 anos, e confessou que foi ela quem o tocou. "E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz. " Marcos 5:34.

Conforme ele continua em direção à casa do Sumo Sacerdote, é informado de que a criança está morta e não há necessidade de ir para ressuscitá-la. Ela não está mais dormindo, mas agora está morta.

“Não fazendo caso do que eles disseram, Jesus disse ao dirigente da Sinagoga: "Não tenha medo; tão somente creia". Marcos 5:36.

Com isso toda a multidão zombou e riu, mas Jesus, fechando as portas contra a multidão zombeteira, levou consigo para a casa de Jairo, seus discípulos, o pai e a mãe da criança morta. Eles entraram no quarto onde a menina estava deitada.Tomou-a pela mão e lhe disse: ‘Talita cumi! ‘, que significa “menina, eu lhe ordeno, levante-se! ” Marcos 5:41. "A partir deste sono profundo, ela acordou e se levantou e andou, e o Sumo Sacerdote e todos os outros ficaram espantados. Ele deu ordens expressas para que não dissessem nada a ninguém e mandou que dessem a ela alguma coisa para comer. ” Marcos 5:42,43.

Você é nesta mesma noite, conforme está sentado aqui, retratado neste 5º Capítulo de Marcos. O cemitério é para um propósito: é a simples recordação da morte. Você está vivendo no passado morto? Se você está vivendo entre os mortos, seus preconceitos, suas superstições, suas falsas crenças, que você mantém vivos, são as lápides atrás das quais se esconde. Se você se reusa a deixá-los ir, você é justamente um louco, como o homem louco da Bíblia, que alegou uma razão iluminada para não os expulsar.

Não há diferença. Mas a razão iluminada é incapaz de proteger o preconceito e a superstição contra as incursões da razão.

Não há um homem neste mundo que tem um preconceito, independentemente da natureza do preconceito, que pode mantê-lo à luz da razão. Diga-me que você é contra uma determinada nação, uma certa raça, um certo “ismo”, um certo qualquer coisa – eu não me importo o que seja isso – você não pode expor essa sua crença à luz da razão e mantê-la viva. A fim de que ela possa ser mantida viva em seu mundo, você deve escondê-la da razão. Você não pode analisá-la à luz da razão e mantê-la viva. Quando este foco da quarta-dimensão vem e mostra uma nova abordagem à vida e expulsa de sua própria mente todas essas coisas que atormentam você, então você está limpo e vestido em sua mente certa. E você se senta aos pés do entendimento, chamados de os pés do Mestre.

Agora, vestido e no seu perfeito juízo pode ressuscitar os mortos. O que morreu? A criança na história não é uma criança. A criança é a sua ambição, deu desejo, os sonhos não realizados de seu coração. Essa é a criança que mora dentro da mente do homem.

Como eu especifiquei antes, todo o drama da Bíblia é psicológico. Na Bíblia não há referência a qualquer pessoa que tenha existido, ou a qualquer evento que tenha ocorrido na terra. Todas as histórias da Bíblia se desdobram nas mentes individuais dos homens.

Nesta história, Jesus é o intelecto desperto do homem.

Quando sua mente funciona fora do alcance de seus sentidos presentes, quando sua mente está curada de todas as limitações anteriores, então você não é mais um homem insano; mas você é esta presença personificada como Jesus, o poder que pode ressuscitar os anseios do coração do homem.

Você é agora a mulher com o fluxo de sangue. O que é este fluxo de sangue? Um útero que está sangrando não é um útero produtivo. Ela manteve isso por 12 anos, era incapaz de conceber. Ela não podia dar forma a seu desejo por causa do contínuo fluxo de sangue. Foi dito que sua fé curou isso. Conforme o útero encerrou, pôde dar forma à semente ou ideia.

Conforme sua mente está limpa do seu antigo conceito de Si, você assume que é o que você quer ser, e permanecendo fiel a essa pretensão, você dá forma à essa sua pretensão ou ressuscita seu filho. Você é a mulher limpa do fluxo de sangue, e se move em direção à casa da criança morta.

A criança, ou o seu estado desejado, é agora o seu firme conceito de si mesmo

Mas agora assumindo que eu sou o que anteriormente desejava ser, eu não posso continuar desejando isso que eu estou consciente de ser. Então eu não discuto isso. Não falo com ninguém sobre o que eu sou. É tão óbvio para mim que eu sou o que eu queria ser que eu ando como se eu fosse.

Andando como se eu fosse o que anteriormente queria ser, meu mundo de foco limitado não o vê e acha que eu já não o desejo.

A criança está morta em seu mundo; mas eu, que conheço a lei, digo: “A criança não está morta”. A menina não está morta, mas ela está adormecida. Eu agora a desperto. Eu, por minha pretensão, acordo e faço visível em meu mundo o que eu assumo, pois, pretensões se sustentadas, invariavelmente despertam o que elas afirmam.

Eu fecho a porta. Que porta? A porta dos meus sentidos. Eu simplesmente fecho completamente tudo o que os meus sentidos revelam. Eu nego as evidências de meus sentidos. Eu suspendo a razão limitada do homem natural e caminho nessa corajosa declaração de que eu sou o que meus sentidos negam.

Com a porta de meus sentidos fechada, o que eu levo para este estado disciplinado? Eu não levo ninguém para dentro desse estado, além dos pais da criança e meus discípulos. Eu fecho a porta contra o zombador, e a multidão que ri. Eu já não olho para as provas. Eu nego totalmente a evidência dos meus sentidos, que zombam da minha pretensão e não discuto com os outros se a minha pretensão é possível ou não.

Quem são os pais? Nós descobrimos que o pai e a mãe de toda criação são a consciência EU SOU do homem. A consciência do homem é Deus. Estou consciente do estado. Eu sou a mãe-pai de todas as minhas ideias e minha mente permanece fiel a este novo conceito de ser. Minha mente é disciplinada. Eu levo para dentro deste estado os discípulos, e eu fecho para fora daquele estado tudo o que negaria isso.

Agora, a criança, sem a ajuda de um homem, é ressuscitada. A condição que eu desejava e assumi que eu tinha, torna-se objetivada dentro do meu mundo e testemunha o poder da minha pretensão. Você é o juiz, não posso julgá-lo. Ou está vivendo agora no passado morto, ou está vivendo como a mulher cujo fluxo de sangue foi estancado. Você realmente poderia me responder se eu perguntasse:

“Você acredita agora que, sem a ajuda de ninguém, necessita somente assumir que é o que você quer ser, para fazer essa premissa ser realidade em seu mundo? Ou você acredita que deve primeiro cumprir uma determinada condição imposta a você pelo passado, que deve ser de uma determinada condição, ou de uma certa coisa? ”

Eu não estou sendo crítico com certas igrejas ou grupos, mas há aqueles que acreditam que ninguém fora de suas igrejas ou grupos jamais será salvo. Eu nasci protestante.

Você conversa com o protestante, só há um cristão, o protestante. Você conversa com o católico, porque não há ninguém no mundo que é cristão, mas sim católicos. Você conversa com um judeu, e os cristãos são pagãos, e os judeus são os escolhidos. Você conversa com um muçulmano, os judeus e os cristãos são infiéis. Você fala com alguém e todos estes são os intocáveis. Não importa a quem você fala, eles são sempre os escolhidos.

Se você acredita que você deve ser um destes, a fim de ser salvo, você ainda é um homem insano se escondendo por trás dessas superstições e esses preconceitos do passado, e você está implorando para não ser purificado.

Alguns de vocês me dizem, "Não me peça para desistir de minha crença em Jesus o homem, ou Moisés, o homem, ou Pedro, o homem. Quando você me pede para desistir de minha crença nessas personagens, você está pedindo demais. Deixe-me com essas crenças, porque elas me confortam. Eu acredito que eles viveram sobre a terra e ainda sigo a interpretação psicológica das suas histórias ".

Eu digo: Saia do passado morto. Saia desse cemitério e caminhe, sabendo que você e seu Pai são um, e seu Pai, que os homens chamam de DEUS, é a sua própria consciência. Essa é a única lei criativa no mundo. Do que você está consciente de ser? Embora você não possa ver seu objetivo com o foco limitado de sua mente tridimensional, você agora é o que assumiu que é.  Caminhe nessa premissa e permaneça fiel a ela.

O tempo nesta dimensão do seu ser, bate devagar e você não pode, mesmo depois de objetivar sua pretensão, lembrar que houve um tempo quando esta realidade presente era apenas uma atitude de espírito. Devido à lentidão da batida do tempo aqui, você muitas vezes não consegue ver a relação entre a sua natureza interior e o mundo exterior que serve de testemunha a ele.

Você é o juiz da posição que agora ocupa neste 5º capítulo de Marcos. Você está ressuscitando a criança morta? Você ainda está na necessidade de ter o ventre de sua mente cerrado? Ainda está sangrando e, portanto, não pode ser fértil? Você é agora o homem insano vivendo no passado morto? Só você pode ser o juiz e responder a estas perguntas.

Agora nós vamos para a história do Capítulo 5 de João. Ele vai mostrar a você como os antigos historiadores nos contaram lindamente sobre as duas perspectivas distintas neste mundo, uma, o limitado foco tridimensional, e a outra, o foco da quarta-dimensão.

Esta história fala de um homem impotente que é rapidamente curado.

Jesus vem a um lugar chamado Bethesda, que por definição significa a Casa dos Cinco Pórticos. Nesses Cinco Pórticos está um incontável número de aleijados, cegos, mancos, mirrados entre outros. A tradição dizia que em certas épocas do ano um anjo descia e agitava a água da piscina que ficava perto destes cinco alpendres. Conforme o Anjo agitava a água da piscina, o primeiro era sempre curado. Mas apenas o primeiro, nunca o segundo.

“E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? ” João 5:6

O impotente homem respondeu a ele, “Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim”. João 5:7

“Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. ” João 5:8

“E imediatamente aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andou. E aquele dia era sábado”. João 5:9

Você leu essa história e pensou que algum homem estranho que possuía poder milagroso de repente disse ao coxo: "Levanta-te e anda." Eu não posso repetir com demasiada frequência que a história, mesmo quando introduz individualidades inumeráveis, ocorre dentro da mente do homem individual.

A piscina é sua consciência. O anjo é a ideia, chamado de mensageiro de DEUS. Consciência sendo Deus, quando você tem uma ideia, está entretendo um anjo. O minuto que você está consciente de um desejo sua piscina foi agitada. Desejo mexe com a mente do homem. Para querer algo, isso deve ser agitado.

No mesmo momento que você tem uma ambição, ou um objetivo claro definido, a piscina foi agitada pelo anjo, que era o desejo. Foi dito que o primeiro que está dentro da piscina agitada é sempre curado.

Meus companheiros mais próximos neste mundo, minha esposa e minha pequena filha, então para mim quando eu falo com elas, em segundo lugar.

Eu devo falar com minha esposa como, “você é”. Eu devo falar com qualquer um, não importa tão próximo seja, como “vocês são”. E depois na terceira pessoa, “ele é”. Há apenas uma única pessoa neste mundo com quem eu posso usar a primeira pessoa no presente e sou eu mesmo. “Eu sou”, pode apenas ser dito por mim mesmo, não pode ser sito por outra pessoa.

Portanto, quando estou consciente de algum desejo que quero ser, mas aparentemente não sou, a piscina é agitada, quem pode entrar nesta piscina antes de mim? Apenas eu possuo o poder da primeira pessoa. Eu sou aquilo que eu quero ser. A não ser que eu acredite que eu sou o que quero ser, eu permaneço como antes eu era e morro nessa limitação.

Nesta história você não precisa de nenhum homem para colocá-lo na piscina conforme sua consciência é agitada pelo desejo. Tudo que você precisa fazer é assumir que já é aquilo que anteriormente queria ser, e que está nisso, e nenhum homem pode entrar antes de você. Que homem pode entrar antes de você quando se torna consciente de ser o que você deseja ser? Ninguém pode ser antes de você quando você sozinho possui o poder de dizer EU SOU.

Estas são as duas perspectivas. Você é agora o que seus sentidos deveriam negar. Você é forte o suficiente para assumir que já é o que deseja ser? Se você ousa supor que já é aquilo que a sua razão e seus sentidos agora negam, então você está na piscina e, sem a ajuda de nenhum homem, você também vai subir e tomar o seu leito e andar.

Foi dito que isso aconteceu no Sábado. O Sábado é apenas o sentido místico de quietude, quando você não se preocupa, quando não está ansioso, quando não está à procura de resultados, sabendo quais sinais seguir e não anteceder.

O sábado é o dia de quietude em que não há trabalho. Quando você não está trabalhando para fazer isso, então você está no sábado. Quando você não está todo preocupado com a opinião dos outros, quando você anda como se fosse, você não pode levantar um dedo para fazer acontecer, você está no sábado. Eu não posso estar preocupado quanto à forma de como isso será, e ainda dizer que estou consciente de ser isso. Se estou consciente de ser livre, seguro, saudável e feliz, eu sustento esses estados de consciência sem esforço ou trabalho da minha parte. Portanto, eu estou no sábado; e porque era o sábado ele se levantou e andou.

Nossa próxima história vem do Capítulo 4 do Evangelho de João, e é uma que você ouviu uma e outra vez.

Jesus veio para o poço, e havia uma mulher chamada mulher de Samaria, e ele disse a ela, “Dê-me de beber”. João 4:7

“Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos) ”. João 4:9

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. ”João 4:10

A mulher vendo que ele não tem nada com que tirar a água, e sabendo que o poço é fundo, diz: “És tu maior do que o nosso Pai Jacó, que nos deu o poço, bebendo ele próprio dele, e os seus filhos, e o seu gado? ” João 4:12

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer um que beber desta água tornará a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salta para a vida eterna” João 4:13,14

Em seguida, ele diz a ela tudo a respeito de si mesmo e pede que ela vá chamar seu marido. A mulher respondeu, e disse: “Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade”. João 4:17,18

A mulher, sabendo que isso é verdade, vai para o mercado e diz aos outros: "Eu conheci o Messias". Eles perguntam a ela, "Como você sabe que encontrou o Messias?" "Porque ele me disse tudo que eu já fiz". Ela responde. Aqui é um foco que leva a todo o passado, pelo menos, e diz a ela agora sobre o futuro.

Continuando com a história, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram: "Mestre, come." João 4:31, "Mas ele lhes disse: Uma comida tenho para comer que vós não conheceis. "João 04:32.

Quando falam de uma colheita em quatro meses, Jesus responde: “Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa” João 4:35

Ele vê coisas que as pessoas esperam por quatro meses, ou esperam por quatro anos; ele vê como agora em um mundo dimensionalmente maior, existente agora, a ter lugar agora.

Vamos voltar para a primeira parte da história. A mulher de Samaria é o você tridimensional, e Jesus junto ao poço é você na quarta dimensão. O argumento começa entre o que você quer ser, e o que a razão lhe diz que é. Quanto maior você se diz ser, se você se atrever a supor que já é o que quer ser, você deveria se tornar isso.

O você menor, com seu foco limitado, lhe diz: "Porque você não tem um balde, você não tem uma corda e o poço é fundo. Como você alguma vez poderia alcançar a profundidade deste estado sem os meios para esse fim?" Você responde e diz: “Se apenas souber quem pede a você para beber, responderia a ele. ”

Se apenas souber o que em você mesmo está impulsionando sobre si a personificação do estado que agora busca, você iria suspender a sua pouca visão e deixá-lo fazer isso por você.

Então, ele diz que você tem cinco maridos, e você nega. Mas ele sabe muito melhor do que você que seus cinco sentidos o impregnam de manhã, no meio-dia e à noite com suas limitações. Lhe diz que crianças você vai cuidar esta noite, amanhã, e nos dias por vir. Pois seus cinco sentidos agem como cinco maridos que constantemente impregnam sua consciência, que é o grande ventre de DEUS; e de manhã, à tarde e à noite, eles sugerem para você, e ditam o que você deve aceitar como verdade.

Ele lhe diz que o que você gostaria de ter como seu marido não é seu marido. Em outras palavras, o sexto ainda não impregnou você. O que gostaria de ser é negado por esses cinco, e eles têm o poder, eles ditam o que deve aceitar como verdade. O que gostaria de aceitar ainda não penetrou e impregnou sua mente com esta realidade. Aquele a quem você chama marido não é realmente o seu marido. Você não está tendo sua aparência. Ter sua aparência é a prova que você é sua esposa, ao menos deve conhecê-lo intimamente. Você não está tendo a aparência do sexto; você está apenas tendo a aparência dos cinco.

Então alguém se vira para mim e me diz tudo o que eu já conheci. Eu volto na visão da minha mente e a razão me diz que durante toda a minha vida eu sempre aceitei as limitações dos meus sentidos, eu sempre olhei para eles como fatos, e de manhã, à tarde e à noite eu tenho sido testemunha dessa aceitação.

A razão me diz que eu só conheci estes cinco a partir do momento em que nasci. Agora eu gostaria de sair da limitação dos meus sentidos, mas eu ainda não encontrei dentro de mim a coragem de assumir que eu sou o que estes cinco negam que eu sou. Então aqui eu permaneço, consciente de minha tarefa, mas sem coragem de ir além das limitações de meus sentidos, e do que a minha razão nega.

Ele disse: “Eu tenho carne, vós não sabeis. Eu sou o pão que caiu do céu. Eu sou o vinho. ” Eu sei o que quero ser, porque eu sou este pão, eu festejo sobre isso. Eu assumo que eu sou e, em vez de festejar o fato de que estou nesta sala falando com vocês e vocês estão me ouvindo, e que estou em Los Angeles, eu festejo o fato de que estou em outro lugar e eu ando aqui como se estivesse em outro lugar.

E, gradualmente, me torno o que eu festejo.

Deixe-me contar duas histórias pessoais. Quando eu era menino, eu vivia em um ambiente muito limitado, em uma pequena ilha chamada Barbados.

Nos alimentarmos de animais era muito, muito escasso e muito caro, porque tínhamos que importá-los. Eu sou de uma família de 10 filhos e minha avó morava conosco fazendo 13 pessoas na mesa. Uma e outra vez eu me lembro da minha mãe dizendo ao cozinheiro no início da semana,Eu quero que você arranje três patos para o jantar de domingo. " Isso significava que ela iria pegar do rebanho no quintal três patos e colocá-los em uma pequena gaiola e os alimentar, os enchendo de manhã, de tarde e à noite com milho e todas as coisas que ela queria com que os patos se alimentassem.

Esta era uma dieta totalmente diferente da qual normalmente dávamos aos patos, porque mantínhamos as aves vivas, alimentando-as com peixes.  As mantínhamos vivas e engordando com peixes, porque os peixes eram muito baratos e abundantes; mas você não podia comer uma ave que se alimentou de peixe, não como você e eu gostamos de uma ave.

O cozinheiro pegava três patos, colocava em uma gaiola e durante sete dias os enchia com o milho, leite azedo e todas as coisas que queríamos provar nas aves. Então, quando eles eram abatidos e servidos no jantar sete dias depois, eles estavam deliciosos, aves alimentadas com leite e milho.

Mas, ocasionalmente, o cozinheiro esquecia de arrumar as aves, e meu pai, sabendo que tínhamos patos, e acreditando que ela havia realizado o comando, não trazia qualquer outra coisa para o jantar, e três peixes vinham à mesa. Você não podia tocar as aves, pois eram muito a personificação do que se alimentaram.

O homem é um ser psicológico, um pensador. Não é o que ele se alimenta fisicamente, mas o que ele se alimenta mentalmente que ele se torna. Nós nos tornamos a personificação daquilo que mentalmente alimentamos.

Agora, esses patos não poderiam ser alimentados com milho na parte da manhã e peixe no período da tarde e outra coisa durante a noite. Tinha que ser uma completa mudança de dieta. No nosso caso, não podemos ter um pouco de meditação da manhã, praguejar ao meio-dia, e fazer outra coisa à noite. Nós temos que ter uma dieta mental, por uma semana devemos mudar completamente a nossa comida mental.

"Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. "Phil. 4: 8

Como um homem pensa em seu coração assim ele é. Se eu pudesse agora destacar o tipo de alimento mental que quero expressar dentro do meu mundo e festejar sobre ele, eu me tornaria isso.

Deixe-me dizer porque estou fazendo o que estou fazendo hoje. Foi em 1933, na cidade de Nova York, e meu velho amigo Abdullah, com quem estudei hebraico por cinco anos, foi realmente o início da alimentação de todas as minhas superstições. Quando fui até ele, eu estava cheio de superstições. Eu não podia comer carne, eu não podia comer peixe, eu não podia comer frango, eu não podia comer qualquer uma dessas coisas que estavam vivendo no mundo. Eu não bebia, eu não fumva, e estava fazendo um tremendo esforço para viver uma vida celibatária. Abdullah disse-me: "Eu não vou dizer a você que você é louco Neville, mas você sabe. Todas estas coisas são estúpidas. "Mas eu não podia acreditar que elas eram estúpidas.

Em novembro de 1933, eu dei adeus aos meus pais na cidade de Nova Iorque enquanto eles navegavam para Barbados. Eu tinha estado nesse país por 12 anos, sem o desejo de ver Barbados. Eu não era um sucesso, e estava envergonhado de voltar para casa, para os mebros bem-sucedidos da minha família. Após 12 anos na América eu havia falhado aos meus próprios olhos. Eu estava no teatro e ganhava o dinheiro de um ano e gastava no mês seguinte. Eu não era o que eu chamaria por seus padrões nem pelos meus de uma pessoa bem-sucedida.

Lembre-se que, quando eu disse adeus aos meus pais em novembro, eu não tinha o desejo de ir a Barbados. O navio foi puxado para fora do cais, e enquanto eu subia a rua, algo se apoderou de mim com o desejo de ir a Barbados.

Era o ano de 1933, eu estava desepregado e não havia lugar para ir exceto um pequeno quarto na Rua 72. Fui direto para o meu velho amigo Abdullah e disse-lhe "Ab, o sentimento mais estranho está me possuindo. Pela primeira vez em 12 anos, eu quero ir a Barbados. ”

"Se você quiser ir Neville, você foi." Ele respondeu.

Essa era uma linguagem estranha para mim. Eu estou em Nova Iorque, na Rua 72 e ele me disse que eu fui a Brabados. Eu disse a ele, “O que você quis dizer, eu fui, Abdullah? ” Ele disse, “Você realmente quer ir? ” Eu respondi “Sim”.

Então ele me disse, “Conforme você caminhar através desta porta agora, você não vai estar andando na Rua 72, vai estar andando em ruas cobertas de palmeiras, ruas cobertas de cocos; isso é Barbados. Não me pergunte como você está indo. Você está em Barbados. Não diga “como” “quando”, você “está lá”. Você está lá.  Agora você caminha como se estivesse lá.

Eu saí da sua casa em um torpor. Estou em Barbados. Eu não tenho dinheiro, não tenho emprego, não estou mesmo bem vestido, e ainda estou em Barbados. Ele não era o tipo de pessoa com quem você poderia argumentar, não Abdullah. Duas semanas mais tarde, eu não estava mais perto meu objetivo do que no dia em que eu lhe disse pela primeira vez, que eu queria ir para Barbados.

Eu disse a ele, “Ab, eu confio em você cegamente, mas aqui eu não vejo como isso está funcionando. Eu não tenho um centavo para minha viagem”, eu comecei a explicar. Você sabe o que ele fez. Ele era tão negro como o ás de espadas, meu velho amigo Abdullah, com sua cabeça de turbante. Como eu estava sentado em sua sala de estar, ele se levantou da cadeira e dirigiu-se para o seu escritório e bateu a porta, o que não era um convite para segui-lo. Enquanto ele passava pela porta, ele me disse: "Eu já disse tudo o que tenho a dizer."

No dia 3 de dezembro eu parei diante de Abdullah e disse-lhe novamente que eu não estava mais perto da minha viagem. Ele repetiu sua declaração, "Você está em Barbados."

Realmente o último navio que ia para Barbados, que me levaria para lá pela razão que eu queria ir, que era estar lá para o Natal, zarpou ao meio dia em 6 de dezembro, o velho Nerissa.

Na manhã do dia 4 de dezembro, eu não tinha emprego, não tinha lugar para ir, eu dormi até tarde. Quando me levantei, havia uma carta do correio aéreo de Barbados debaixo da minha porta. Quando abri a carta um pequeno pedaço de papel caiu no chão. Apanhei-o e era uma ordem de pagamento de US $ 50,00. A carta era de meu irmão Victor e dizia o seguinte, “Eu não estou pedindo que venha, Neville, isso é uma ordem. Nunca tivemos um Natal quando todos os membros de nossa família estivessem presentes ao mesmo tempo. Isso poderia acontecer neste Natal se você vier. ”

Meu irmão mais velho Cecil saiu de casa antes que o mais novo nasceu, e então começamos a nos mudar para longe de casa várias vezes, e nunca na história da família nós estivemos todos juntos ao mesmo tempo.

E a carta continuava, “Você não está trabalhando, sei que isso não é motivo para não vir, então você deve estar aqui antes do Natal. Os US $50 em anexo são para comprar algumas camisas ou um par de sapatos, que possa precisar para a viagem. Você não vai precisar pagar; use o bar se quiser beber alguma coisa. Eu irei encontrar o navio e paragei todas as gorjetas e despesas incluídas. Eu telegrafei para Furness, Withy & Co. em Nova York e disse-lhes para emitir um bilhete quando você aparecesse em seu escritório. Os US $ 50,00 são simplesmente para comprar alguns pequenos itens essenciais. Você pode assinar o você quiser a bordo do navio. Vou encontrá-lo e cuidar de todas as obrigações. "

Eu fui para Furness, Withy & Co. com a minha carta e deixei que lêssem. Eles disseram: “Nós recebemos a correspondência Mr. Goddard, mas infelizmente não há nenhum lugar vazio na viagem de 6 de dezembro. O único lugar disponível é de 3ª classe entre Nova York e St. Thomas. Quando chegarmos a St. Thomas, temos alguns passageiros que irão sair. O senhor pode então viajar de 1ª classe de St. Thomas para Barbados. Mas entre Nova York e St. Thomas você deve ir na 3ª classe, embora possa ter os privilégios da sala de jantar e caminhar pelas plataformas da 1ª classe ".

Eu disse, “Eu aceito. ”

Voltei para o meu amigo Abdullah, na tarde de 04 de dezembro e disse: "Isso funcionou como um sonho." Eu disse a ele o que eu tinha feito, pensando que ele ficaria feliz.

Você sabe o que ele me disse?

Ele disse, “Quem disse a você que vai viajar na 3ª classe? Eu lhe vi em Barbados, o homem que é, indo de 3ª Classe? Você está em Barbados e você foi para lá de 1ª Classe ".

Eu não tive um momento para vê-lo novamente antes de eu navegar no meio dia de 06 de dezembro. Quando cheguei ao cais com meu passaporte e meus papéis para entrar a bordo daquele navio, o agente disse-me: “Temos boas notícias para você, Sr. Goddard. Houve um cancelamento e o senhor vai de 1ªclasse. ” Abdullah me ensinou a importância de permanecer fiel a uma ideia e não comprometer. Hesitei, mas ele se manteve fiel à pretensão de que eu estava em Barbados e tinha viajado na 1ª classe.

Agora voltemos ao significado de nossas duas histórias Bíblicas.

O poço é fundo e você não tem balde, você não tem nenhuma corda.

São quatro meses para a ceifa e Jesus diz, "Eu tenho carne para comer, vós não conheceis. Eu sou o pão do céu. "

Festeja na ideia, identifique-se com a ideia de que você já é aquele estado incorporado. Caminhe na pretensão de que você é o que deseja ser. Se você festejar isso e permanecer fiel a essa dieta mental, você vai cristalizar isso. Você vai se tornar isso neste mundo.

Quando voltei a Nova York em 1934, depois de três meses divinos em Barbados, eu bebi, eu fumei, e fiz tudo o que eu não tinha feito em anos.

Eu lembrei o que Abdullah havia dito para mim, "Depois de ter provado esta lei você vai se tornar normal, Neville. Você vai sair desse cemitério, você vai sair desse passado morto, onde você acha que está sendo santo. Por tudo o que você está realmente fazendo você sabe, você está sendo tão bom, Neville, você é bom para nada ".

Eu voltei a caminhar nesta terra como uma pessoa completamente transformada. Desde aquele dia, em fevereiro de 1934, eu comecei a viver mais e mais. Eu não posso dizer honestamente que eu sempre fui bem-sucedido. Meus muitos erros neste mundo, minhas muitas falhas iriam me condenar se eu lhe dissesse que eu tenho dominado completamente os movimentos da minha atenção, e que eu possa permanecer sempre fiel à ideia que eu quero incorporar.

Mas posso dizer como o antigo professor, embora eu pareça ter falhado no passado, eu segui em frente e me esforcei dia após dia para tornar-me o que eu quero para encarnar neste mundo.

Suspender o julgamento, se recusar a aceitar o que a razão e os sentidos agora ditam, e se você permanecer fiel à nova dieta, você vai se tornar a personificação do ideal para o qual você permanecer fiel.

Se há um lugar no mundo que é diferente de minha pequena ilha de Barbados, é Nova York. Em Barbados o edifício mais alto é de três andares, e as ruas estão repletas de palmeiras e coqueiros e todos os tipos de coisas tropicais. Em Nova York você deve ir para um parque para encontrar uma árvore. No entanto, eu tinha de andar pelas ruas de Nova York como se eu andasse pelas ruas de Barbados.

Para a imaginação todas as coisas são possíveis. Eu caminhava, sentindo que eu estava realmente andando pelas ruas de Barbados, e nesse pressuposto eu quase podia sentir o cheiro das alinhadas alamedas de coco. Comecei a criar dentro da minha visão mental a atmosfera eu fisicamente deveria me encontrar em Barbados. Como eu permaneci fiel a esta hipótese, alguém cancelou a passagem e eu a recebi. Meu irmão em Barbados, que nunca pensou na minha volta para casa, tem um desejo que o ordena a me escrever uma carta estranha. Ele nunca tinha escrito para mim, mas desta vez ele escreveu, e ele pensou que deu origem à ideia da minha visita.

Fui para casa e tive três meses divinos, voltei de 1ª classe, e trouxe comigo uma grande soma de dinheiro no bolso, um presente. Minha viagem, se eu tivesse pago por ela, teria sido de US $ 3.000, mas eu fiz isso sem um níquel no bolso.

"Eu tenho maneiras que vós não conheceis. Meus caminhos são quase incompreensíveis ". O dimensionalmente eu maior, levou minha pretensão como um comando e influenciou o comportamento de meu irmão para escrever aquela carta, influenciou o comportamento de alguém que cancelou aquela passagem de 1ª classe, e fez todas as coisas necessárias que cuidaram para a produção da ideia com a qual eu estava identificado.

Eu estava identificado com o sentimento de ser aquilo. Eu dormia como se eu estivesse lá, e todo o comportamento do homem foi moldado em harmonia com a minha suposição. Eu não tive necessidade de ir até Furness, Withy & Co. e implorar por uma passagem, pedindo a eles que cancelassem a de alguém que estivesse na 1ª classe. Eu não tive a necessidade de escrever ao meu irmão e suplicar a ele para me mandar algum dinheiro ou comprar a passagem para mim. Ele pensou que foi ele quem originou a ação. Na verdade, até hoje, ele acredita ter iniciado o desejo de me levar para casa.

Meu velho amigo Abdullah simplesmente me dizia, “Você está em Barbados Neville. Você quer estar lá; qualquer lugar que queira estar, lá você está. Viva como se estivesse e você estará. ”

Estas são as duas perspectivas. No mundo possuído por cada homem. Eu não quero saber quem você é. Cada criança que nasce de uma mulher, independentemente de raça, nação ou credo, possui duas perspectivas distintas no mundo.

Ou você é o homem natural que não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque para você no foco natural elas são loucura, ou você é o homem espiritual que percebe as coisas fora das limitações dos seus sentidos, porque todas as coisas são agora realidades em um mundo dimensionalmente maior.

Não há necessidade de esperar quatro meses para a colheita.

Você é ao mesmo tempo a mulher de Samaria e Jesus no poço.

Você é o homem esperando nos Cinco Pórticos pela agitação e por alguém para empurrá-lo para dentro? Ou você é o único que pode comandar a si mesmo a subir e caminhar, apesar das outras pessoas que esperam?

Você é o homem por trás das lápides no cemitério esperando e implorando para não ser limpo, porque não quer ser purificado de seus preconceitos? Uma das coisas mais difíceis para o homem desistir são suas superstições, seu preconceito. Ele os segura como se fossem o tesouro dos tesouros.
Quando você se tornar limpo e ficar livre, então o útero, sua própria mente é automaticamente curada. Ela se torna o solo preparado onde as sementes, seus desejos, podem criar raízes e crescer em manifestação.

A criança que agora você tem em seu coração é seu objetivo presente. Seu presente anseio é uma criança, como se estivesse doente. Se você assumir que é agora o que gostaria de ser, a criança por um momento se torna morta, porque não há nenhum distúrbio mais.

Você não pode ser perturbado quando sente que é o que quer ser, porque se você sentir que é o que queria ser, você está satisfeito nessa pretensão. Para outros que julgam superficialmente que você já não parece desejar, assim para eles o desejo, ou a donzela está morta. Eles pensam que você perdeu a sua ambição porque já não discute a sua ambição secreta. Você ajustou-se completamente com a ideia.

Você deve supor que você é o que deseja ser. Você sabe, "Ela não está morta, mas ela está adormecida." "Eu vou para despertá-la." Eu ando na pretensão de que eu sou, e como eu ando, eu a desperto calmamente. Então, quando ela desperta vou fazer a coisa normal, natural, vou dar-lhe de comer. Não vou vangloriar e dizer aos outros, eu simplesmente vou e não digo a ninguém. Eu alimento esse estado agora com a minha atenção. Eu mantenho vivo dentro do meu mundo, tornando-me atento a ele.

Coisas das quais eu não estou atento desvanecem-se e murcham dentro do meu mundo, independentemente do que elas são. Elas simplesmente não estão nascendo e permanecem em jejum. Eu lhes dei o nascimento por causa do fato de que eu me tornei consciente de ser elas. Quando eu as incorporo dentro do meu mundo não é o fim. Isso é o começo. Agora eu sou uma mãe que deve manter vivo este estado por estar atenta a ele. O dia em que eu não estou atento, eu retirei o meu leite dele, e ele desaparece do meu mundo, visto que eu me torno atento a qualquer outra coisa no meu mundo.

Você pode estar atento às limitações e alimentá-las e torná-las montanhas, ou você pode estar atento aos seus desejos; mas para se tornar atento você deve assumir que você já é aquilo que você queria ser.

Embora hoje falamos de foco na terceira e quarta-dimensão, não pense por um momento que esses antigos professores não estavam plenamente conscientes destes dois centros distintos de pensamento dentro das mentes de todos os homens. Eles personificaram estes dois, e eles tentaram mostrar que a única coisa que rouba o homem do que ele poderia ser, é o hábito.

Embora não seja lei, todo psicólogo irá dizer-lhe que o hábito é a força mais inibidora do mundo. Ele restringe completamente homem e o prende, o torna totalmente cego ao que de outra forma ele deve ser.

Comece agora a ver mentalmente e sinta-se como aquilo que você quer ser, e banqueteie-se com essa sensação de manhã, à tarde e à noite. Eu percorri a Bíblia por um intervalo de tempo maior que três dias e eu não encontrei negativa a isso.

“Jesus respondeu e lhes disse. Destrua este templo, e em três dias eu o levantarei” João 2:19

"Prepare-lhe víveres; porque dentro de três dias haveis de atravessar este Jordão, para ir a possuir a terra que o Senhor vosso Deus vos dá para possuí-la. "Josué 01:11

Se eu pudesse saturar completamente a minha mente com uma sensação e andar como se já fosse um fato, estou prometido (e eu não consigo encontrar nenhuma negação a isso neste grande livro) que eu não preciso mais do que uma dieta de três dias se eu permanecer fiel a ele. Mas devo ser honesto sobre isso. Se eu mudar minha dieta no decorrer do dia, eu aumento o intervalo de tempo. Você me pergunta: "Mas como é que eu sei sobre o intervalo?" Você, você mesmo determina o intervalo.

Nós temos hoje em nosso mundo moderno uma pequena palavra que confunde a maioria de nós. Eu reconheço que me confundiu até que eu cavei mais fundo. A palavra é “ação”. Ação é supostamente a coisa mais fundamental no mundo. Não é um átomo, é mais fundamental. Não é uma parte de um átomo, como um elétron, é mais fundamental do que isso. É chamado de unidade quadri-dimensional. A coisa mais fundamental no mundo é ação.

Você pergunta: "O que é ação?" Nossos físicos nos dizem que é uma energia multiplicada pelo tempo. Tornamo-nos mais confusos e dizemos, "Energia multiplicada pelo tempo, o que significa isso?". Eles respondem: "Não há nenhuma resposta a um estímulo, não importa o quão intenso o estímulo, a menos que perdure por um determinado período de tempo." Deve haver um mínimo de persistência ao estímulo ou não há nenhuma resposta. Por outro lado, não há resposta do tempo a menos que haja um grau mínimo de intensidade. Hoje a coisa mais fundamental no mundo é chamada de ação, ou simplesmente energia multiplicada pelo tempo.

A Bíblia dá isso como três dias; a duração é de três dias para a resposta neste mundo. Se eu fosse agora assumir que eu sou o que eu quero ser, e se eu sou fiel a isso e ando como se eu fosse, o período mais longo para a sua realização é de três dias.

Se há algo esta noite que você realmente quer neste mundo, então, experimente na imaginação o que você experimentaria na carne, se você realizasse seu objetivo e tapasse seus ouvidos, e cegasse seus olhos para tudo o que nega a realidade de sua pretensão.

Se você fizer isso, você seria capaz de me dizer antes de eu deixar esta cidade de Los Angeles que você realizou o que era apenas um desejo quando você veio aqui. Será minha a felicidade de me alegrar com você no conhecimento de que a criança que estava aparentemente morta agora está viva. A donzela não estava realmente morta, ela apenas dormia. Você a alimentou em silêncio porque tem o alimento que ninguém mais conhece. Você lhe deu comida e ela se tornou uma realidade viva ressuscitada dentro de seu mundo. Então você pode compartilhar sua alegria comigo e eu posso me alegrar com a sua alegria.

O objetivo destas aulas é para lembrá-lo da lei de seu próprio ser, a lei da consciência; você é essa lei. Você só estava inconsciente de seu funcionamento. Você alimentou e manteve vivas as coisas que não deseja expressar dentro deste mundo.

Pegue meu desafio e teste esta filosofia. Se não funcionar, você não deve usá-la como um consolo. Se não for verdade, você deve descartá-la completamente. Eu sei que é verdade.

Você não saberá até que você tente, quer para provar ou refutar isso.

Muitos de nós juntamos "ismos" e temos medo de colocá-los em prática porque sentimos que podemos falhar; e então, onde estamos? Não querendo realmente saber a verdade sobre isso, hesitamos em sermos ousados o suficiente para colocar à prova. Você diz: "Eu sei que isso iria trabalhar de alguma outra forma. Eu não quero realmente testar. Embora eu ainda não tenha reprovado, eu posso talvez ser consolado por isso.

Agora não se engane, não pense por um segundo que você é sábio.

Provar ou refutar essa lei. Eu sei que se você tentar refutar, você vai provar isso, e eu serei recompensado por você provar isto, não em dólares, não em coisas, mas porque você se torna o fruto vivo do que eu acredito que estou ensinando neste mundo. É muito melhor ter você, uma pessoa satisfeita com sucesso depois de cinco dias de instrução do que sair insatisfeito. Eu espero que você seja ousado o suficiente para desafiar esta instrução e provar ou refutar isso.

Agora, antes de irmos para o período de silêncio, vou explicar a técnica de forma breve novamente. Temos duas técnicas na aplicação desta lei. Cada um aqui têm agora que saber exatamente o que quer. Você deve saber que se você não obter isso hoje à noite, amanhã você ainda estará desejando este objetivo.

Quando você souber exatamente o que quer, construa com sua visão mental um único evento, simples, que implica a realização de seu desejo, um evento onde você próprio seja predominante. Ao invés de se sentar e olhar para si mesmo como se estivesse na tela, você é o ator no drama. Restrinja o evento para uma única ação. Se você vai apertar a mão de alguém, porque isso implica o cumprimento de seu desejo, em seguida, faça somente isso. Não dê o aperto de mãos e em seguida, distraia-se em sua imaginação para um jantar ou para algum outro lugar. Restrinja sua ação para o aperto de mãos simplesmente apertando e fazendo uma e outra vez, até que isso assuma a solidez e a distinção da realidade.

Se você sente que não pode permanecer fiel a uma ação, eu quero você agora defina o seu objetivo e, em seguida condense a ideia, que é o seu desejo, em uma única frase, uma frase que implica a realização de seu desejo, alguma frase como, "não é maravilhoso?"

Ou se eu me senti grato, porque pensei que alguém foi fundamental para levar o meu desejo adiante, eu poderia dizer, "Obrigado", e repetir com sentimento uma e outra vez como uma canção de ninar, até que minha mente fique dominada pela única sensação de gratidão.

Vamos agora nos sentar calmamente nestas cadeiras, com a ideia que implica a realização de nosso desejo, condensada para uma única frase, ou para um único ato. Vamos relaxar e imobilizar nossos corpos físicos. Então, vamos experimentar na imaginação a sensação que a nossa frase ou ação condensada afirma.

Se você se imaginar apertando a mão de outra pessoa, não use sua mão física, deixe-a permanecer imobilizada. Mas imagine que o que mora dentro de sua mão é mais sutil, uma mão mais real, que pode ser extraída na sua imaginação. Coloque sua mão imaginária na mão imaginária do seu amigo que está diante de você, e sinta o aperto de mão. Mantenha o seu corpo físico imobilizado mesmo que você se torne mentalmente ativo no que está agora prestes a fazer.

PERÍODO DE SILÊNCIO… (Imaginando)
Fim da terceira aula.

Neville Goddard
Tradução: Adri Silveira